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sábado, 25 de fevereiro de 2012

O que o fantástico entende de paternidade?


   Na minha humilde e radical opinião, acho um absurdo alguém ficar correndo atrás de reconhecimento paterno, reconhecimento de alguém que foi mero doador de espermatozóide e que depois não quis nem saber do resultado, não participou da sua vida...


   Pai não é isso...

   Pai é quem acorda a noite quando você tem um pesadelo e segura a tua mão até você voltar a dormir...

   Pai é quem vasculha seu armário e embaixo da sua cama pra te provar que não tem nenhum monstro lá...

   Pai é aquele que fez hora extra, porque o presente que você pediu de presente de natal é muito caro...


   Pai é quem chega do trabalho cansado, mas ainda te leva pra praia de bicicleta no verão, pois mais cedo o sol vai fazer mal...


   Pai é quem fica feliz quando você vai bem na escola e chama a sua atenção quando o boletim tem notas vermelhas...

   Pai é quem te leva ao médico e se desespera quando ele diz que não sabe o que você tem...

   Pai é quem te dá uma palmada quando você faz coisas erradas e depois fica se culpando pela palmada que você nem lembra mais...

   Pai é quem fica orgulhoso de dançar a valsa de 15 anos...

   Pai é quem te obriga a tomar vitaminas três vezes por dia porque você pode ter uma anemia...

   Pai é quem te obriga a comer figado, abobora e chuchu porque faz bem pra saúde...

   Pai é quem diz que não tem problema se você não passou naquele teste de seleção mesmo ele tendo pago um ano de cursinho...

   Pai é quem quase infarta quando você passa no vestibular e sai pelas ruas sorrindo falando isso pra todo desconhecido...

   Pai é quem faz cara de mau quando você leva o namorado em casa...

   Pai é quem finge que não vê que você está triste porque brigou com o namorado, mas avisa a sua mãe que está preocupado e que você precisa de um colo...

   Pai é quem sempre te estende a mão no momento difícil...

   Pai é o porto seguro pra onde você sempre pode correr quando tudo o mais der errado...

   Isso é pai, se você não teve isso, de nada lhe adiantará uma luta judicial pra ter um nome em sua certidão!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Construir elos, não algemas...

   "Um relacionamento conjugal, mesmo sem o vínculo matrimonial, porém responsável, une duas pessoas em uma, sem retirar os valores individuais de cada qual. A identificação faz-se lenta e seguramente à medida que se vão conhecendo os interesses e comportamentos que possuem, trabalhando-se para a harmonização de conduta, mesmo quando não se apresentem equivalentes. Manter-se a própria individualidade, sem ruptura da personalidade do outro, é atitude de segurança no convívio de duas pessoas que se amam." Joanna de Angelis - O Despertar do Espírito

   Todo e qualquer relacionamento deve obrigatoriamente basear-se no respeito, respeito pelo outro e respeito por si mesmo.

   No respeito pelo outro estão inclusos os compromisso que foram assumidos quando decidimos unir nossas vidas, unir nossos dia-a-dia, dividir nossas dores e alegrias. Compromissos de fidelidade, de compreensão, de respeito pelas diferenças mútuas. 

   Necessário se faz que esses compromissos sejam cumpridos sempre, em todos os momentos, e quando uma das parte não se sentir mais capaz de mantê-los, cabe-lhe manter o respeito ao outro, colocando-o ao par de suas dificuldades e até mesmo rompendo o elo que os une, antes de cometer atitudes que possam quebrar o elo de confiança.

   No respeito a si próprio cabe que cada um deve manter sua individualidade, seus valores, suas idéias, sem a necessidade de submissão um  ao outro. Os momentos juntos devem ser de carinho, afeto, diálogo, mas é necessário a manutenção das atividades individuais, do que cada um gosta de fazer, mantendo o respeito pelo outro e o respeito a si mesmo.

   Precisamos entender que estamos juntos, mas precisamos continuar sendo indivíduos, nossa felicidade deve vir de nós mesmos e não se basear no outro, pois nada na vida é eterno, apenas a nossa própria vida e muitas vezes em nossa jornada precisaremos quebrar elos, ou distanciá-los por algum tempo e seguir sozinhos. 

   E para seguir sozinhos precisamos estar de bem conosco mesmo, fruir da felicidade do respeito e do amor próprio. Precisamos estar fortes, sem muletas, para seguir adiante, pois na jornada de nossa evolução muitos serão os que nos erguem as mãos e nos auxiliam no caminho, que nos acompanharão e andarão conosco alguns passos, muitos passos por vezes, mas o caminho é nosso e cabe a cada um de nós a responsabilidade pela sua própria jornada.

   Não façamos de nossos relacionamentos, sejam eles conjugais, familiares ou de amizades algemas que nos prendam, mas laços, elos de afeto, de amor e de respeito que nos unam!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Mais alucinados, menos iluminados...

   Estou lendo A Menina que Roubava Livros, não é um livro espírita, mas traz belas lições...

   O livro se passa antes e durante a segunda guerra mundial e mostra todo o contexto histórico da Alemanha nazista vista pelo lado alemão. Mas não o lado alemão fanáticos, mas o lado daqueles que não estavam de acordo com aquela situação.

   O lado daqueles que em meio a todo fanatismo, não se deixaram contaminar, e cultivavam o amor ao próximo, mesmo colocando em risco suas próprias vidas.

   Mostra a saga de espíritos iluminados que em meio ao predomínio do mal, do preconceito souberam manter puros os verdadeiros valores, os valores do amor, da compaixão, da amizade acima de qualquer diferença de raças... pois somos todos uma única raça: espíritos eternos, o corpo físico é transitório.

   Mas, infelizmente eles eram minoria e muito pouco puderam fazer, o mau predominava e ainda permitimos que predomine até hoje, dentro de cada um de nós, se cavarmos nosso íntimo eles lá estarão, escondidos alguns, mais a mostra outros, mas estarão lá, nossos pré-conceitos.

   É inconcebível como ainda nos deixamos levar por esse tipo de sentimento, o preconceito, estamos vivendo a era do espírito, e muitos de nós ainda estamos estacionados no tempo, como se não tivéssemos saído dessa época. Usamos da brutalidade, da agressão, por que ainda não sabemos compreender, ainda não sabemos amar!

   Lendo o livro penso o quão pouco tempo faz da ocorrência do holocausto e o quanto nossa evolução ainda está tão mais próxima disso e tão distante do amor que nos foi ensinado pelo Cristo há mais de 2000 anos.

   Quando seremos capazes de praticá-lo? Quando seremos capazes de ao menos compreendê-lo? Quando deixaremos de ser fanáticos alucinados erguendo nossos braços em saudação ao mal? Quando?

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Busque Equilíbrio

   "Mente sã para um corpo são. Esta proposta é uma condição única e rege nossas vidas pois, mesmo sabendo que algumas doenças estão em nossas experiências terrenas, podemos destacar que a maioria das moléstias adquiridas poderiam ser evitadas." Roosevelt - Terapia Anti-Queixa 

   Trazemos em nossa bagagem espiritual diversas necessidades de doenças pelas quais necessitaremos passar (ou não) para expurgar as lesões que provocamos em nosso perispírito. Digo ou não, porque não apenas pela dor, mas principalmente pelo amor resgatamos muito mais os nossos débitos. Porém como ainda somos pouco capazes de amar a dor ainda se faz nossa companheira e mestra constante.

   Mas estas lesões, cabe lembrar que foram provocadas por nós mesmos, por nossos vícios e abusos com o corpo físico e muitas nem são 'carmas' de vidas passadas, mas o resultado de nossos abusos na vida presente, a grande maioria delas.

   Ainda estamos longe do momento em que as doenças deixarão de ser uma constante em nossas vidas, mas se procurarmos manter a mente, os pensamentos limpos, harmonizados em equilíbrio com as leis divinas estaremos colaborando para uma qualidade de vida melhor para todos nós.

   Nossos pensamentos são fator crucial para nossa saúde mental e espiritual, procuremos cultivar bons pensamentos, de perdão, de compreensão, de tolerância, de compaixão... Façamos isso por nós mesmos, pela nossa própria qualidade de vida. O stress e a depressão são os males maiores do momento em que vivemos, procuremos manter nossa mente ocupada no trabalho no bem e nos manteremos protegidos pela espiritualidade superior, o mais longe possível desses males.


"Quando você se observar , à beira do desânimo , acelere o passo para frente , proibindo-se parar.
Ore , pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.
Faça algo de bom , além do cansaço em que se veja.
Leia uma página edificante , que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias.
Tente contato de pessoas , cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.
Procure um ambiente , no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.
Preste um favor , especialmente aquele favor que você esteja adiando.
Visite um enfermo , buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas.
Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento. 
Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante , através de problemas e lutas , na aquisição de experiência , e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças , mas não se acomoda com a inércia em momento algum." André Luiz - Busca e Acharás

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Feliz Recomeço

   "A solitude em um lugar sossegado, ante um céu transparente e portador de noites estreladas, à beira-mar ou no bosque, na montanha ou no vale verdejante, no deserto ou num jardim, longe do bulício e perto do pulsar da natureza, oferece forças para a auto-superação, a auto iluminação, de forma que o retorno ao cotidiano não produz choque, não proporciona saudades do vivido, nem tormento pelo desejo de repeti-lo.
Solitude com reflexão, a fim de viver no tumulto sem desesperação, saudavelmente, tranquilamente, eis o impositivo do momento..." Joanna de Angelis - O Despertar do Espírito

   Prefiro, em meio ao bulício estrondoso do carnaval, aproveitar o feriado para refletir, não necessariamente em local afastado e próximo á natureza como propõe Joanna, nem sempre isso é possível. Mas dentro mesmo de meu lar.

   Acompanhada de meu esposo, de uma boa conversa, de uma boa leitura, um livro é sempre bom companheiro, reflito no final do período de férias e no início, agora oficialmente do ano. (Quando morava no Cassino, lembro de ficar contente nessa época por toda aquela gente ir embora. Anti-social eu? Um pouco, digamos).

   Faço um balanço do que passou e dos planos a seguir...

   Colocar a casa mental em ordem novamente, ir contra à maré, que atira-se ensandecida aos últimos momentos de prazer fútil, como se esses fossem os últimos de suas vidas, e buscar o prazer das coisas simples, dos momentos com a família e dos diálogos e leituras edificantes e retornar à rotina do ano sem receios, sem saudades de prazeres alucinados e sem arrependimentos. Trazendo no íntimo a serenidade, a harmonia e a paz para seguir a jornada.

   Não vejo a hora de retornarmos ao nosso grupo de estudos, me fazem muita falta as tardes de diálogo esclarecedor, fraterno e iluminado...

   Um feliz recomeço a todos nós!!!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Em Termos de Eternidade


    Texto baseado no livro Técnica de Viver de Kelvin Van Dine e que foi a minha exposição de ontem no Recanto, em pleno carnaval falando de morte, o público me olhava espantado, quase que eu não saí viva de lá hehehehe....

    Mas acho que o tema até que veio a calhar como uma reflexão a todos nós sobre nossos atos nesse período conturbado do ano...

     Sabemos que antes de reencarnar fizemos inúmeras programações para a nossa evolução, porém quando encarnados de nada nos lembramos, tudo nos é incerto. A única certeza que temos na vida é que um dia, mais cedo ou mais tarde, por um motivo ou outro, de uma forma ou outra, por mais que relutemos, todos nós vamos morrer.

    O medo da morte é o medo do desconhecido, da incerteza do que ocorre pós morte. Não nos lembramos de nossas estadas no plano espiritual e tudo o que é incerto nos assusta. Quando nos mudamos de cidade, por exemplo, nos sentimos angustiados, temerosos, não sabemos ao certo o que vamos encontrar. Quando mudamos de emprego novamente os temores de como serão os colegas novos, as tarefas novas, se saberemos desempenhá-las satisfatoriamente. E quando lá chegamos, seja na nova cidade ou no emprego novo, vamos conhecendo as pessoas, o ambiente, algumas vezes até encontramos velhos conhecidos e logo nos ambientamos, o mesmo certamente ocorre no plano espiritual.

    Além disso, vivemos ainda a cultura do pecado original, onde desde sempre nos são apontadas pelas religiões predominantes duas alternativas únicas para o pós morte: o inferno, para o qual praticamente todos estamos condenados, pois não existe quem de nós não tenha seus "pecados" ou um céu contemplativo e chato, de monotonia e carolices, com anjinhos tocando harpa e todos tomados pela preguiça e pelo ócio. Nenhum dos dois locais nos parece atrativo.

    O Espiritismo foi o consolador prometido por Jesus para nos auxiliar nesse momento, seu conhecimento nos acalma e nos traz a certeza de que a vida continua e que a morte é apenas uma transformação, uma passagem de um a outro planos da vida.

    Kelvin no diz que: “O espiritismo expulsa o temos do coração. Desanuvia o futuro. Mantém a confiança na marcha da vida que escolhemos.”

    Joanna de Angelis no Livro O despertar do Espírito nos diz o seguinte: "O medo da morte pode ter origem na infância. Quando mal informada, a criança experimenta pavor ante o desaparecimento dos seres queridos e, por consequência da sua própria desintegração. Não absorvido esse temor, mais tarde se transforma em desequilíbrio que gera perturbação e transtorna o comportamento do indivíduo."

    Por instinto de proteção, para poupá-las da dor, para postergar sofrimentos que acreditamos desnecessários para nossas crianças nos acostumamos a omitir a morte através de desculpas como viagens intermináveis ou a velha estória de que os entes queridos viraram estrelinhas no céu. Não percebemos que vamos criando no interior de nossos pequenos o medo da desintegração, pois sem uma explicação descente o que fica é a impressão de que aqueles que morreram simplesmente desapareceram e que isso é ruim e pode acontecer com todos inclusive com eles.

    Precisamos, como espíritas, que já possuímos o conhecimento da vida espiritual, irmos lentamente inserindo esses conceitos na educação de nossos pequenos, com certeza nos surpreenderemos com a sua capacidade de compreensão quando percebem que não estão sendo enganados. As crianças sempre reagem melhor quando se diz a verdade.

    A evangelização infantil através do centro espírita que oferece esse trabalho é de extrema importância, pois auxiliam os pais nesses momentos tão difíceis. A literatura espirita infantil já é vasta e pode ser um bom meio de auxílio através de contos infantis mais próprios ao entendimento dos pequenos. Dessa forma nos tornamos adultos mais seguros em relação à morte.

    Outro ponto que precisamos ressaltar é quando da perda de nossos entes queridos, que na verdade nunca perdemos, eles permanecem vivos do outro lado da vida, no plano espiritual, preparando-se para novas etapas de evolução e muitas vezes nos esperando quando chegar a hora de empreendermos também nós a nossa viagem de volta à nossa verdadeira Pátria que é a Espiritual, as separações são apenas momentâneas.

    Kelvin nos convida que raciocinemos em termos de eternidade, somos espíritos eternos. E Hammed no Livro Renovando Atitudes nos diz que “Somos nômades do Universo, viajantes das vidas sucessivas na busca do aperfeiçoamento.

    No ESE Cap. XXIII item 8 nos dizem os benfeitores espirituais que: “A vida espiritual é, com efeito a verdadeira vida, é a vida normal do espírito, sendo-lhe transitória e passageira a existência terrestre, espécie de morte, se comparada ao esplendor e á atividade da outra.

    Cabe-nos aqui abrir um parênteses, a vida espiritual é nossa verdadeira vida, mas a vida na Terra nos é oportunidade impar de crescimento, de evolução que Deus em sua infinita misericórdia nos concede, portanto não nos cabe, em nenhuma hipótese, buscar a morte, ela nos chegará quando for o momento adequado. A situação espiritual dos suicidas é bastante difícil, buscando fugir dos problemas eles os encontram ainda mais agravados do outro lado, nada é como imaginavam que seria. Devemos valorizar a vida na Terra como uma benção.

    Mas voltando a nossa viagem ao mundo espiritual, quando estamos para fazer uma viagem nos preparamos, nos organizamos, arrumamos a bagagem e tomamos diversas outras providências como colher informações sobre o local, procurar conhecidos nesse local, se é fora do país procuramos a moeda local.

    E para o mundo espiritual o que levamos na bagagem?

    No livro Abaixo à Depressão, Richard Simonetti nos diz que: “Levaremos as aquisições que, segundo Jesus as traças não roem nem os ladrões roubam, caracterizadas pelos valores culturais, intelectuais, morais, espirituais...

    Portanto, em nossa bagagem não haverá espaço para os bens materiais, de nada adianta nosso apego a eles, não os levaremos conosco. Precisamos preparar nossa bagagem moral, nos despojarmos de nossos vícios, nossos defeitos e levar conosco as virtudes que pudermos desenvolver: a paciências, o perdão, a alegria, a compreensão, o amos, a caridade, o bem que fizermos em toda a parte.

    Para toda viagem fazemos um roteiro, para que tudo 'corra bem' e no Livro Abaixo à Depressão, Richard Sominnetti nos traz um pequeno roteiro para a nossa principal viagem, a de retorno ao mundo espiritual, para que tudo 'corra bem':

    “Há algumas providências que podemos tomar, evitando desagradáveis surpresas no Além:
1ª Preparar a bagagem permitida: virtudes e conhecimento;
2ª Colher informações sobre o local: estudar a doutrina espírita;
3ª Provisionar as moedas do além: praticando ainda aqui boas ações;
4ª Cuidar da saúde da alma: superar vícios e paixões;
5º Conquistar amigos do outro lado: socorrendo os seus familiares aqui deste lado.
Assim, não haverá o que temer. A partida será tranquila, sem traumas, com amparo espiritual, acolhimento festivo, sentimento de inefável felicidade, sustentado pela consciência do dever cumprido.”

    Somos espíritos imortais, é o que nós coloca Kelvin nesse texto e eternamente responsáveis por nossos atos, independente da época do ano, do momento ou do local em que foram realizados, mesmo que seja carnaval, nossos atos permanecerão conosco em nossa consciência e em nossa bagagem espiritual, pensemos bem nos nossos atos...